F.MIS participa da 15ª edição do Prêmio AMAERJ de Direitos Humanos e mantém o compromisso com a preservação da memória e da cidadania
- 09/10/2026
Em continuidade à parceria institucional pelo terceiro ano consecutivo, a Fundação Museu da Imagem e do Som esteve presente, nesta quinta-feira, 1/10, na cerimônia de entrega da 15ª edição do Prêmio AMAERJ de Direitos Humanos – Patrícia Acioli. Realizado no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), o evento reconheceu trabalhos e iniciativas voltados à defesa dos direitos humanos e da cidadania, reunindo magistrados, profissionais do Direito, jornalistas, professores, estudantes, representantes de movimentos sociais e familiares da juíza Patrícia Acioli.
“A presença da F.MIS em uma iniciativa como o Prêmio AMAERJ de Direitos Humanos representa também o compromisso do museu com a preservação de memórias que ajudam a compreender a nossa sociedade. O trabalho desenvolvido por essas pessoas e instituições precisa ser reconhecido, registrado e compartilhado, porque faz parte da história que estamos construindo. Apoiar o Prêmio pelo terceiro ano consecutivo reforça a nossa convicção de que a memória também é uma ferramenta de cidadania e de valorização dos direitos humanos”, destaca o presidente da F.MIS, Cesar Miranda Ribeiro.
Criado em 2012, o Prêmio AMAERJ de Direitos Humanos homenageia a memória da juíza Patrícia Acioli, titular da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, assassinada em 2011, em Niterói. Ao longo de suas edições, a premiação passou a reconhecer pessoas, trabalhos e iniciativas que contribuem para a promoção da dignidade humana, da cidadania e dos direitos humanos, dando visibilidade a diferentes formas de atuação em benefício da sociedade.
Na 15ª edição, foram recebidas 499 inscrições nas categorias Trabalhos dos Magistrados, Trabalhos Acadêmicos, Práticas Humanísticas e Reportagens Jornalísticas. A Comissão Julgadora selecionou 18 finalistas, que tiveram seus trabalhos reconhecidos durante a cerimônia. A premiação também concedeu, post-mortem, o Troféu Hors Concours ao desembargador Roberto Luis Felinto de Oliveira, em reconhecimento à sua trajetória no Poder Judiciário e no movimento associativo da Magistratura.
A solenidade também prestou homenagem póstuma à desembargadora Maria Aglaé Tedesco Vilardo, em reconhecimento à sua atuação em defesa dos direitos humanos. O evento reuniu diferentes gerações e áreas de atuação em torno de uma pauta comum, reconhecer iniciativas que contribuem para a construção de uma sociedade mais consciente de seus direitos e de sua responsabilidade coletiva.
A participação da F.MIS no Prêmio dialoga diretamente com a missão da instituição de preservar, pesquisar e compartilhar a memória cultural e social do Rio de Janeiro e do Brasil. Para além da salvaguarda de documentos, imagens, sons, filmes e objetos, o trabalho desenvolvido pelo museu também passa pelo reconhecimento das histórias e das trajetórias que ajudam a compreender diferentes períodos e transformações da sociedade.
Entre os trabalhos premiados nesta edição estiveram projetos voltados à inclusão social, proteção de pessoas em situação de vulnerabilidade, acesso a direitos, práticas restaurativas, combate à discriminação e valorização de comunidades e territórios. Na categoria Reportagens Jornalísticas, foram reconhecidas produções que trouxeram à sociedade investigações e histórias relacionadas à defesa de direitos e à denúncia de situações de violência e vulnerabilidade.
A F.MIS mantém, pelo terceiro ano consecutivo, seu apoio ao Prêmio AMAERJ de Direitos Humanos, fortalecendo uma parceria que aproxima a instituição de diferentes setores da sociedade e amplia o diálogo sobre memória, cidadania e direitos humanos.
Publicado em 02/10/2026 por Marcelo Egypto






