NO DIA DO SOLDADO, O MIS RJ CELEBRA ESSES HERÓIS DO BRASIL!

  • 25/08/2022

NO DIA DO SOLDADO, O MIS RJ CELEBRA ESSES HERÓIS DO BRASIL!

Hoje, 25 de agosto, é Dia do Soldado, data escolhida para homenagear o aniversário do Duque de Caxias, o patrono do Exército Brasileiro, lutador em várias guerras e combates. O MIS RJ vai lembrar algumas personalidades que estão no acervo e que também prestaram serviço militar.

Começamos com o genial Silas de Oliveira, considerado o maior autor de sambas de enredo de todos os tempos. O compositor de “Aquarela Brasileira”- composta em homenagem à música Aquarela do Brasil, de Ary Barroso - serviu no Exército Brasileiro na Segunda Guerra Mundial.

O sambista e eclético compositor Martinho da Vila, era o Sargento Ferreira, 3º Sargento Burocrata. O artista serviu às Forças Armadas por 13 anos e pediu baixa no fim da década de 60, para se tornar cantor profissional.

E Nelson Mattos, mais conhecido como Nelson Sargento? O bamba da Mangueira, como o nome revela, foi militar de 1945 até 1949. Ficou pouco tempo, pois sua paixão desde a adolescência era o samba e ele compôs mais de 400 músicas.

Já Luís Gonzaga, o Gonzagão, aumentou a idade para se alistar no 23º Batalhão de Caçadores, (23º BC), em Fortaleza, pois tinha apenas 17 anos. Ele prestou serviço no Exército de 1930 até 1939. Passou por vários estados. Em Juiz de Fora ganhou o apelido de “bico de aço”, por sua habilidade como corneteiro.

Em uma época em que dispensas do serviço militar obrigatório eram raras e não havia excesso de contingente, o campeão do mundo, Pelé, foi o famoso Soldado 201 Nascimento, que, em 1959, teve que se dividir entre o futebol no Santos e o serviço militar no 6º Grupo de Artilharia de Costa Motorizado, em Praia Grande, São Paulo.

O que o acervo do MIS RJ salvaguarda dessas personalidades? Vamos destacar o “Depoimento para a Posteridade” concedido por Pelé, em 1967, e lançado em disco pelo selo MIS; o “Depoimento para a Posteridade” de Luís Gonzaga, de 1968; as músicas antológicas de Silas de Oliveira, em parcerias sensacionais; o disco de estreia de Martinho da Vila, de 1969, que bateu recorde de vendas; o “Depoimento para a Posteridade” de Nelson Sargento, de 1978 e a participação dele no “Depoimento em Homenagem a Geraldo Pereira”, excelente sambista, com participação de Carlos Cachaça e outros, em 1985.

E tem muito mais documentos nos setores de audiovisual, biblioteca, partitura, sonoro, iconográfico e textual! Para pesquisar basta enviar e-mail para saladepesquisa@mis.rj.gov.br e agendar uma visita ao Centro de Pesquisa e Documentação Ricardo Cravo Albin.

Publicado em 25/8/22 por Tetê Nóbrega


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