HOJE É DIA DO FOTOGRÁFO!

  • 08/01/2023

HOJE É DIA DO FOTOGRÁFO!

Parabéns a todos os fotógrafos, profissionais e amadores, neste 8 de janeiro! Vamos lembrar os grandes fotógrafos com obras salvaguardadas no Museu da Imagem e do Som?

No tempo de Augusto Malta, início do século XX, o trabalho deste que foi um cronista visual do Rio de Janeiro era mais cansativo: carregar uma máquina grande e pesada, chapas de vidro para cada foto e ainda fazer a revelação. Apaixonado pelo Rio ele documentou figuras e eventos que marcaram a cidade, como os corsos e as batalhas de flores. Em 1903 foi contratado pelo prefeito Pereira Passos como fotógrafo oficial da Diretoria Geral de Obras e Viação da Prefeitura do Distrito Federal. Augusto Malta tinha uma “máquina panorâmica”, que se movia com lentidão para fotografar cenas amplas, como a Baía de Guanabara. Ele documentou as transformações urbanísticas e arquitetônicas da paisagem carioca, como o desmonte do Morro do Castelo, a abertura da Avenida Central, a Exposição Nacional de 1908 e a Exposição Internacional de 1922, em comemoração ao Centenário da Independência do Brasil.

A Coleção Augusto Malta está salvaguardada no MIS RJ e conta com cerca de 80 mil fotos, 2.600 negativos de vidro e 400 negativos panorâmicos.

Já Guilherme Santos fez registros fotográficos em estereoscopia, que é uma modalidade de fotografia tridimensional, processo que conheceu em 1906 em Paris. Durante cinco décadas ele retratou o Rio de Janeiro, com passagens por outras cidades como Petrópolis e São Paulo. No Rio documentou o Carnaval e muitas festas populares. Não escaparam de seu olhar fatos políticos e culturais, como a inauguração do Cristo Redentor.

Em 2022, o MIS RJ celebrou a doação de mais uma preciosidade: o acervo do fotógrafo carioca Ronaldo Câmara. Profissional renomado, com mais de meio século de profissão e fotos publicadas em importantes veículos de comunicação, no Brasil e no exterior. Ele registrou personagens icônicos, povos da floresta e uma infinidade de imagens reveladoras da nossa memória e da nossa história.

E ainda no ano passado o Museu recebeu a doação dos equipamentos do fotógrafo e cinegrafista da extinta TV Tupi, Ortiz Rubio Alexim, profissional que registrou momentos importantes como a construção do Estádio do Maracanã, morto precocemente no fim da década de 50, em acidente quando realizava gravação da Esquadrilha da Fumaça, nos festejos da Semana da Asa, no Campo dos Afonsos.

Para pesquisar estes fotógrafos e o material de enorme valor produzido por eles é só enviar e-mail para saladepesquisa@mis.rj.gov.br e agendar uma visita ao Centro de Pesquisa e Documentação Ricardo Cravo Albin.

Publicado em 8/1/23 por Tetê Nóbrega 


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