Reunião no Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro Realinha Objetivos para o Segundo Semestre
- 25/07/2024
Os servidores do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro participaram, nesta quarta-feira (24/07), de uma reunião com o presidente da instituição, Cesar Miranda Ribeiro, para realinhar alguns dos objetivos para essa segunda metade do ano. Além de discutir eventos futuros, como a participação do museu no Festival de Cinema de Paraty, a reunião também deu as boas-vindas aos novos servidores do MIS RJ: Beatriz Lucas, jornalista que irá integrar a equipe de comunicação; Giovanna Carvalho, que recepcionará todos os visitantes do MIS RJ; e Carlos Filho, historiador que será designado para o mais novo Centro de Pesquisa, Memória e Documentação Ricardo Cravo Albin.
Nos corredores do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, a principal conversa é sobre a participação da instituição no Festival de Cinema de Paraty. O MIS RJ não só levará para a cidade histórica a exposição “Drops Cinematográficos”, mas também representará o ator José Wilker - que dá nome a um prêmio no festival - através do acervo doado em fevereiro. Já reconhecido pela pesquisa sobre a Música Popular Brasileira, o museu busca agora expandir seus conhecimentos para se tornar uma referência na preservação da cinematografia.
Os aprimoramentos não se limitam ao setor de cinema: com a chegada de Carlos Filho, um novo setor foi formado, o Centro de Memória e Documentação Ricardo Cravo Albin. Este novo departamento resulta da fusão entre o antigo setor Institucional e o Centro de Pesquisa e Documentação Ricardo Cravo Albin. O historiador Matheus Freire é o novo responsável pelo setor, que tem como objetivo integrar o trabalho realizado pelo setor Institucional e torná-lo acessível ao público.
O presidente também abordou pautas atuais, comentando sobre a regulamentação do uso de Inteligência Artificial no Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. Cesar Miranda Ribeiro reiterou a importância de avaliar a possibilidade de integrar a IA para aprimorar o trabalho do museu. Alinhada a essa ideia, a diretora técnica operacional, Lucila Majella, representou o MIS RJ no Encontro da Rede de Encarregados pelo Tratamento de Dados, para se inteirar sobre os limites éticos da utilização da ferramenta no ambiente de trabalho.
Outros projetos foram reforçados na ocasião, como a exposição “Heranças: 150 anos da imigração italiana para o Brasil”, que ficará em exibição durante um ano na sede da Lapa. A exposição está aberta a alterações ao longo do ano, permitindo a inclusão de novos acervos sobre o legado da Itália no Brasil. Além disso, a Fototeca do Estado do Rio, projeto viabilizado pela Lei 10.063/2023, foi outra pauta importante discutida. As obras do projeto estão planejadas para começar em agosto e a Fototeca funcionará para preservar obras fotográficas e disponibilizá-las para consulta pública. “O nosso museu é mais do que um espaço de exposição. Ele é uma academia. Serve para o estudo dos pesquisadores e para que as pessoas se sintam intelectualmente valorizadas”, afirmou Cesar Miranda Ribeiro.
Publicado em 25/07/2024 por Mariana Cigolo





