FMIS RJ celebra o Dia Internacional dos Museus com exposições sobre ícones da comunicação e teledramaturgia!
- 18/05/2025
Em comemoração aos 60 anos da Fundação Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, o Dia Internacional dos Museus, comemorado hoje (18/5), será celebrado com uma conexão intensa e diálogo profundo com a história da cultura brasileira através de duas emblemáticas exposições em cartaz na sede da Lapa, “Chatô e os Diários Associados - 100 Anos de Paixão” e “Janete Clair 100 Anos - A Usineira de Sonhos”, abertas ao público de segunda a sexta, das 9h às 18h, com entrada franca. Os curadores, Marcos Nauer (Chatô); Alfredo Dias Gomes e Leila Sarmento(Janete Clair); e o presidente da FMIS RJ, Cesar Ribeiro, comentam sobre os homenageados, as temáticas e os caminhos trilhados entre as equipes e o museu em curtos vídeos disponibilizados nas suas redes sociais, permitindo uma visão mais próxima do processo curatorial e da riqueza dos itens expositivos.
O presidente da FMIS RJ, Cesar Miranda Ribeiro, expressa o impacto da colaboração: “Receber duas exposições ao mesmo tempo, para qualquer museu, é um fato inédito. Dois curadores procurarem a FMIS RJ para oferecer duas mostras tão emblemáticas traz uma emoção muito grande para a gestão. Nós podemos trazer para a sociedade algo muito importante, duas histórias que se comunicam. É muito prazeroso ter Assis Chateaubriand e Janete Clair aqui conosco.”
A presença das duas exposições no Museu, com curadorias de Marcos Nauer (Chatô), Alfredo Dias Gomes e Leila Sarmento (Janete Clair), reflete a relevância cultural dos dois ícones que marcaram profundamente a história da comunicação e da teledramaturgia no Brasil. O local se tornou ponto de encontro entre a história e o presente, celebrando o legado de Assis Chateaubriand e Janete Clair, que influenciaram gerações de brasileiros e impactaram a comunicação e entretenimento do país.
Na exposição dedicada a Assis Chateaubriand, Marcos Nauer, enfatiza a relevância do tema para as novas gerações: “Chatô foi um revolucionário, foi um grande inovador com uma mente brilhante. Ele construiu a história da comunicação do nosso país e foi um homem importante não só para a comunicação no Brasil, mas do mundo. A exposição não é sobre o passado, ela é sobre aquilo que permanece, é sobre o que queremos para a sociedade e para as novas gerações entenderem de onde viemos e para onde estamos indo.”
Já Alfredo Dias Gomes, filho da autora, fala sobre o legado de sua mãe: “Janete Clair foi uma das maiores escritoras de novela que o Brasil já teve. Ela definiu o modelo de telenovela que foi transportado para todo o mundo. As novelas de maior sucesso dela, como ‘Irmãos Coragem’ e ‘Pecado Capital’, são lembradas até hoje. Os visitantes poderão ver as sinopses e capítulos originais, muitos com a escrita dela à mão, além de troféus e uma máquina de escrever que simboliza sua trajetória.”
Sua esposa, Leila Sarmento, também curadora da mostra, contribuiu com uma visão pessoal sobre o processo de criação da exposição: “O Alfredo sempre teve a vontade de expor esses itens, sempre quis que as pessoas tivessem a oportunidade de ver tudo isso. Quando pensamos em onde poderíamos fazer a exposição, vimos que a FMIS RJ era o lugar perfeito para abrigar a maior escritora de teledramaturgia do Brasil.”
O projeto para celebrar o Dia Internacional dos Museus (18/5), foi desenvolvido pelas equipes de comunicação e museologia, com roteiro e direção da jornalista Márcia Benazzi, gravação e edição de Elson Ribeiro e Marcelo Egypto, e arte de Vitor Sant’Anna. A FMIS RJ agradece especialmente aos curadores Marcos Nauer, Alfredo Dias Gomes e Leila Sarmento pelo apoio e parceria.
Em pouco mais de duas semanas desde a inauguração das exposições, mais de 500 pessoas já visitaram o Museu para conhecer de perto esses marcos históricos. “Chatô e os Diários Associados – 100 Anos de Paixão” e “Janete Clair 100 Anos – A Usineira de Sonhos” seguem em cartaz na sede da Lapa, rua Visconde de Maranguape, nº 15, de segunda a sexta, das 9h às 18h. Visite, mergulhe nessas histórias e faça parte dessa homenagem à memória e à transformação cultural no Brasil. No ano em que completa 60 anos, a FMIS RJ convida o público a celebrar aqueles que fizeram e fazem da cultura brasileira um patrimônio inesquecível.
Publicado em 18/05/2025 por Marcelo Egypto e Márcia Benazzi






