Exposições “Chatô” e “Janete Clair” consolidam sucesso de público na F.MIS com mais de 7.400 visitantes
- 04/03/2026
Encerradas no dia 16 de janeiro, na sede Lapa da Fundação Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, as exposições “Chatô e os Diários Associados – 100 Anos de Paixão” e “Janete Clair 100 Anos – A Usineira de Sonhos” deixaram um legado marcante na programação cultural da instituição. Ao longo dos nove meses em cartaz, as mostras receberam mais de 7.400 visitantes do Brasil e do mundo, consolidando-se como grandes sucessos de público e crítica.
“Encerramos duas exposições de enorme relevância histórica e cultural, que ao longo de nove meses emocionaram e provocaram reflexão em mais de 7.400 visitantes. ‘Chatô’ e ‘Janete Clair’ representam dois pilares da comunicação brasileira, e poder homenageá-los na F.MIS reafirma nosso compromisso com a preservação da memória e com a valorização de trajetórias que ajudaram a construir a identidade do nosso país”, destaca o presidente da F.MIS, Cesar Miranda Ribeiro.
A exposição dedicada a Assis Chateaubriand apresentou uma experiência imersiva e interativa sobre a trajetória do magnata da comunicação e do império dos Diários Associados, maior conglomerado de mídia da América Latina por décadas. Dividida em cinco estações temáticas, a mostra conduziu o público por uma jornada sensorial que atravessou a história da imprensa brasileira, do jornal impresso ao rádio, da chegada da televisão ao universo digital, culminando na interação com a inteligência artificial Orion Nova, que convidava os visitantes à reflexão sobre os rumos da comunicação contemporânea.
Já a exposição em homenagem a Janete Clair celebrou o centenário da maior autora brasileira de novelas, reunindo itens raros de acervo familiar, sinopses originais, roteiros, fotografias, vídeos, troféus e gravações históricas, incluindo seu emblemático Depoimento para a Posteridade, registrado na própria F.MIS em 1978. A mostra proporcionou ao público uma imersão no universo criativo da autora, responsável por sucessos como “Irmãos Coragem”, “Selva de Pedra”, “Pecado Capital” e “O Astro”, reafirmando seu legado como uma das maiores contadoras de histórias da televisão brasileira.
Ao longo dos nove meses em cartaz, as duas exposições transformaram a sede da Lapa em um espaço de encontro entre memória, inovação e emoção. O expressivo número de visitantes, vindos de diferentes estados e países, reforça a relevância da programação da F.MIS e sua capacidade de dialogar com públicos diversos, fortalecendo a difusão do patrimônio cultural fluminense.
O êxito das duas exposições reafirma a vocação do museu para promover projetos expositivos de grande alcance, capazes de articular memória, tecnologia, pesquisa e emoção em experiências acessíveis e significativas para o público. Ao celebrar figuras centrais da comunicação e da teledramaturgia brasileira, a Fundação fortalece seu papel como guardiã do patrimônio cultural e segue empenhada em desenvolver novas iniciativas que ampliem o acesso à história e valorizem personagens que moldaram a identidade do Rio de Janeiro e do Brasil.
Publicado em 4/3/2026 por Marcelo Egypto









