A F.MIS marca presença no VI Encontro do ICOM Brasil 2026 e reforça seu papel no debate museal contemporâneo
- 27/04/2026
A Fundação Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro está representada no VI Encontro do ICOM Brasil 2026, realizado em Recife (PE), pela museóloga e responsável pelo setor de pesquisa cultural da instituição, Natasha Ferrão. O evento, que acontece entre os dias 26 e 28 de abril, reúne especialistas de todo o país para discutir o tema “Museus, Memórias e Direitos em um Mundo Dividido”, promovendo reflexões sobre o papel dos museus na sociedade contemporânea.
“A presença da F.MIS em um encontro como o ICOM Brasil reafirma o nosso compromisso com a reflexão crítica e com a construção de um campo museal cada vez mais conectado com a sociedade. Participar desse debate é fundamental para fortalecer o papel dos museus como espaços vivos de memória, diálogo e transformação”, destacou o presidente da Fundação, Cesar Miranda Ribeiro.
A F.MIS está entre as instituições selecionadas para apresentação de trabalhos no encontro, com a pesquisa intitulada “Narrativas Iconográficas na Fundação Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro - Memórias e Histórias da ‘Quase Família’”, que será apresentada por Natasha. O estudo representa uma importante contribuição da instituição para o debate contemporâneo no campo museal, ao abordar construções de memória a partir de seu acervo.
A abertura do evento aconteceu ontem, 26/4, no Instituto Ricardo Brennand, reunindo autoridades, pesquisadores e profissionais de museus de diversas regiões do Brasil. A programação contou com palestras e rodas de conversa que ampliaram o olhar sobre os museus para além de suas coleções, destacando seu papel social, educativo e político em um mundo marcado por desafios e transformações.
Realizado pelo ICOM Brasil em parceria com importantes instituições culturais, o encontro se consolida como um espaço fundamental de troca de experiências e fortalecimento de redes no setor museal. Integrando a programação, a F.MIS mantém sua atuação não apenas como guardiã da memória audiovisual, mas também como agente ativo na produção de conhecimento e no desenvolvimento de práticas inovadoras no campo da cultura.
Publicado em 27/04/2026 por Marcelo Egypto






