F.MIS participa da 9ª edição do Festival Santa Cruz de Cinema e fortalece diálogo com o audiovisual brasileiro
- 23/06/2026
A Fundação Museu da Imagem e do Som marcou presença em toda a programação da 9ª edição do Festival Santa Cruz de Cinema, realizada entre os dias 16 e 19 de junho, no município de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul. Representaram a instituição o presidente Cesar Miranda Ribeiro, o assessor de comunicação Marcelo Egypto, a coordenadora da Divisão de Cinema, Juliana Botelho, e o coordenador do setor Institucional da F.MIS, Matheus Freire. Ao longo dos quatro dias de evento, a equipe acompanhou exibições, debates, encontros profissionais e atividades voltadas ao fortalecimento do cinema brasileiro.
“Participar de um festival como o Santa Cruz de Cinema é uma oportunidade de acompanhar a vitalidade da produção audiovisual brasileira, conhecer novos realizadores e fortalecer conexões institucionais fundamentais para o desenvolvimento do setor. O festival demonstra a força do curta-metragem nacional e mantém a importância de iniciativas que promovem a circulação de obras, o intercâmbio de experiências e a formação de público para o cinema brasileiro”, destacou Cesar.
Considerado um dos principais eventos dedicados ao curta-metragem no país, o Festival Santa Cruz de Cinema reúne anualmente produções de diferentes estados brasileiros, promovendo exibições, debates e ações de formação cultural. Realizado pelo Sesc/RS, pela Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) e pela produtora Pé de Coelho Filmes, o festival se consolidou como um importante espaço de difusão, lançamento e valorização do audiovisual nacional.
A programação teve início com a cerimônia de abertura e a exibição de sete curtas-metragens selecionados para a mostra competitiva. Após as sessões, o público participou de debates com realizadores e equipes dos filmes, promovendo um diálogo direto entre criadores e espectadores. A dinâmica se repetiu nos dias seguintes, consolidando uma das marcas do festival, a aproximação entre o público e os profissionais do audiovisual.
Em um dos dias de Festival, Matheus Freire representou a F.MIS na mediação do debate realizado após as exibições dos curtas da mostra competitiva. A atividade proporcionou reflexões sobre os processos criativos, os desafios da produção audiovisual contemporânea e os diferentes olhares presentes nas obras exibidas, ampliando a troca de experiências entre realizadores e participantes.
Além das atividades realizadas no auditório da Unisc, a equipe da Fundação também participou da programação do II Evento de Mercado, no Hotel Aquarius. A iniciativa integrou a agenda do festival e reuniu representantes do setor audiovisual para debates sobre políticas públicas, financiamento, mercado e oportunidades de negócios.
Durante o encontro, Cesar participou da mesa “Política e Relacionamento para Negócios no Audiovisual”, ao lado da Secretária Municipal de Turismo de Santa Cruz do Sul, Jaqueline de Souza, do Adido Audiovisual da França no Brasil, Nicolas Piccato, do cineasta Zeca Brito e da atriz Sofia Ferreira. O debate abordou a importância da articulação institucional e das parcerias estratégicas para o fortalecimento da cadeia produtiva do audiovisual.
A F.MIS também integrou a rodada de negócios promovida pelo II Evento de Mercado, participando da avaliação de projetos audiovisuais em fase de desenvolvimento. A equipe analisou os projetos “Joaquim & Call” e “A Hora Sem Nome”, contribuindo com observações e perspectivas voltadas ao incentivo da produção nacional.
A cerimônia de encerramento do festival reuniu realizadores, produtores, autoridades e convidados para a entrega do tradicional Troféu Tipuana, principal premiação do evento. Na ocasião, o presidente Cesar foi responsável pela entrega do prêmio de Melhor Montagem ao curta-metragem “Quando Eu For Grande”, do Paraná.
A lista completa dos premiados da 9ª edição do Festival Santa Cruz de Cinema contemplou o projeto “Projeto do Bairro”, vencedor na categoria Melhor Pitching; “Quando Eu For Grande” (Paraná), premiado nas categorias Melhor Desenho de Som e Melhor Montagem; “Samba Infinito” (Rio de Janeiro), vencedor de Melhor Trilha Sonora e Melhor Direção de Arte; “Vacas Brancas Preguiçosas” (São Paulo), que conquistou o prêmio de Melhor Figurino; “FrutaFizz” (São Paulo), vencedor de Melhor Roteiro; e “Tapando Buracos” (Alagoas), premiado por Melhor Direção de Fotografia, além de render à atriz Pally Borges o prêmio de Melhor Atriz.
O ator Wilson Rabelo, do curta “Presépio” (Rio de Janeiro), recebeu o prêmio de Melhor Ator. Já o filme “Trapo” (Rio Grande do Sul) foi um dos grandes destaques da noite, conquistando os troféus de Melhor Direção, Melhor Filme do Júri Popular e Melhor Filme Gaúcho. O curta “O Pintor”, de Santa Cruz do Sul, venceu na categoria Melhor Filme da Mostra Olhares Daqui, enquanto “Girassóis” (Rio de Janeiro) recebeu o principal prêmio do festival, sendo eleito Melhor Filme da edição.
Partipando da 9ª edição do Festival Santa Cruz de Cinema, a Fundação Museu da Imagem e do Som mantém o seu compromisso com o fortalecimento do audiovisual brasileiro, incentivando a circulação de obras, a formação de redes de cooperação e o desenvolvimento de iniciativas que valorizam a diversidade de narrativas e a produção cinematográfica nacional.
Publicado em 23/06/2026 por Marcelo Egypto












